
Os dias de amor intenso, de paixões revoltosas
vieram me contar que a certeza e a verdade absoluta guardam muitas semelhanças - nenhuma das duas existe
Dias de ansiedade corrosiva e inútil
avisaram-me que compromissos são formas tolas de tentar se obter garantias ilusórias
Quando meus olhos se enganaram com o brilho de outros olhos
entendi que paixão é diferente de simples encantamento
Quando protelei minhas decisões
descobri que deixar para depois é sempre o maior dos riscos
Nos dias que as lágrimas escorreram e me lavaram a cara
compreendi que a dor pode ser inevitável, mas permitir que o sofrimento perdure é mera questão de opção
Certas ocasiões em quem me vi sem mais palavras e nenhuma solução,
me mostraram que tratando-se de sentimentos, às vezes explicar demais confunde mais do que esclarece
Os momentos em que fui implacável e me senti ridícula
fizeram com que eu aprendesse que a palavra "namoro" não oblitera o dever de compreensão
e que amor implica respeito, sobretudo às escolhas alheias
Crises enfurecidas de ciúme
sublinharam que namorar é diferente de possuir
Dias vazios gritaram nos meus ouvidos que
a única fidelidade digna, é àquela aos próprios sentimentos, todo o resto é hipócrita
Desde sempre eu soube que sem amor próprio, não existe amor a mais ninguém,
apenas obsessão
Mas, o amadurecimento me trouxe o equilíbrio para enxergar,
que o orgulho é a camuflagem da insegurança
O mínimo de raciocínio serve para comprovar
que "prender" é diretamente proporcional à "posse", que por sua vez,
é inversamente proporcional à qualquer forma de amor
Um imenso tempo desperdiçado foi
o que me fez entender que supor alguma coisa é quase como jogar na loteria - a chance de acertar, apesar de existir, é bem remota
Os instantes em que sofri com a dor que causei
fizeram com que eu percebesse que, às vezes, machucamos mesmo amando e que
uma ferida dói sempre, ainda que não tenha havido a intenção de ferir
Certas noites em que me perdi no deserto dolorido do "eu sem você"
me responderam que fazer planos é bom, mas estar preparada para abrir mão deles é imprescindível
Nas manhãs ensolaradas carregadas de paz e sorrisos
me dei conta de que amar não implica, necessariamente, estar junto.
vieram me contar que a certeza e a verdade absoluta guardam muitas semelhanças - nenhuma das duas existe
Dias de ansiedade corrosiva e inútil
avisaram-me que compromissos são formas tolas de tentar se obter garantias ilusórias
Quando meus olhos se enganaram com o brilho de outros olhos
entendi que paixão é diferente de simples encantamento
Quando protelei minhas decisões
descobri que deixar para depois é sempre o maior dos riscos
Nos dias que as lágrimas escorreram e me lavaram a cara
compreendi que a dor pode ser inevitável, mas permitir que o sofrimento perdure é mera questão de opção
Certas ocasiões em quem me vi sem mais palavras e nenhuma solução,
me mostraram que tratando-se de sentimentos, às vezes explicar demais confunde mais do que esclarece
Os momentos em que fui implacável e me senti ridícula
fizeram com que eu aprendesse que a palavra "namoro" não oblitera o dever de compreensão
e que amor implica respeito, sobretudo às escolhas alheias
Crises enfurecidas de ciúme
sublinharam que namorar é diferente de possuir
Dias vazios gritaram nos meus ouvidos que
a única fidelidade digna, é àquela aos próprios sentimentos, todo o resto é hipócrita
Desde sempre eu soube que sem amor próprio, não existe amor a mais ninguém,
apenas obsessão
Mas, o amadurecimento me trouxe o equilíbrio para enxergar,
que o orgulho é a camuflagem da insegurança
O mínimo de raciocínio serve para comprovar
que "prender" é diretamente proporcional à "posse", que por sua vez,
é inversamente proporcional à qualquer forma de amor
Um imenso tempo desperdiçado foi
o que me fez entender que supor alguma coisa é quase como jogar na loteria - a chance de acertar, apesar de existir, é bem remota
Os instantes em que sofri com a dor que causei
fizeram com que eu percebesse que, às vezes, machucamos mesmo amando e que
uma ferida dói sempre, ainda que não tenha havido a intenção de ferir
Certas noites em que me perdi no deserto dolorido do "eu sem você"
me responderam que fazer planos é bom, mas estar preparada para abrir mão deles é imprescindível
Nas manhãs ensolaradas carregadas de paz e sorrisos
me dei conta de que amar não implica, necessariamente, estar junto.
